segunda-feira, 17 de novembro de 2008

SEMA Show 2008 - Made in Bahia.

Fotos de alguns veiculos presentes no SEMA Show 2008 realizado na Bahia, o evento contou com a presença de varias personalidades, entre eles dezainers e xunadores do mais alto garbo e elegancia, ao final foram presenteados com um mega show pra combinar com o clima do evento, no palco foram 3 horas de Show com a banda calipso.

confira as fotos, e em Breve tem mais!






























comentario dos famosos presentes no evento:

" eu sou um cara que sei diferenciar as coisas, e pra min, esses sao os verdadeiros velozes e furiosos"


OOOO abestado, ta munto munito esse teu carro mininu.


" eu nunca vi nada igual a isso"


" sou contra essas transformaçoes radicais"



" é aqui que venho buscar inspiraçao"

" nada combina melhor do que um homen chifrado com um carro tunado"

" Whatta hell !?!?!?!?!?"

" zero dois pega a doze, a sete meia cinco e o AR-15"


PATROCINIO:































sexta-feira, 14 de novembro de 2008

SS

Uma versão esportiva do Opala já era objeto de especulação no início de 1970. Dizia-se que teria um tempero mais picante, com direito a carburadores duplos ou triplos. A fantasia se confirmou, mas com receita bem mais branda. Estreando já como modelo 1971, o SS, ao lado do Gran Luxo, vinha completar a linha já composta pelas versões Especial e De Luxo. Aos novatos cabia inaugurar o motor 4100 de seis cilindros, com potência bruta de 140 cavalos. O ganho de 23 cavalos em relação ao 3800 já existente proporcionava uma velocidade máxima de 169,49 km/h, valor muito bom para a época.

Para não dizer que a esportividade do SS se resumia à aparência, vale dizer que ele trouxe para a família câmbio de quatro marchas com alavanca no assoalho. Também eram novidade os bancos dianteiros individuais.

As faixas pretas no capô e nas laterais e as rodas de aço com desenho de estrela e 5 polegadas de largura, meia a mais que nas outras versões, eram os sinais externos do espírito do carro. No interior, alguns toques de requinte, como manopla de câmbio e aro de volante de madeira, mais um relógio analógico no console à frente da alavanca de marchas. No painel de instrumentos, um tímido conta-giros entre os dois mostradores maiores.


A cara de mau do carrão era neutralizada pelas quatro portas. Porém, o modelo 1972 estreava a carroceria cupê, cujos destaques eram ausência de coluna central, janelas sem molduras e caída fluida da traseira. O novo formato parecia ter sido feito para o SS e se tornaria o padrão da versão até o fim da vida dela, em 1980. Os primeiros sedãs passariam para a história como figurinhas difíceis para o "álbum" de colecionadores.


Na estréia do modelo, já se apontava que o motor estava por demais "estrangulado", uma vez que tinha o mesmo carburador de corpo simples do 3800. O fôlego que faltava veio em 1976, com o lançamento do motor 250-S. Com carburador de corpo duplo, tuchos de válvula mecânicos e comando mais "bravo", o 250-S chegava aos 171 cavalos brutos. Em comparativo realizado em março daquele ano contra os eternos rivais Dodge Charger R/T e Ford Maverick GT, o Chevrolet atingiu a máxima de 189,48 km/h e ficou com o título de o mais veloz do trio. Porém ficou atrás no 0 a 100 quando comparado ao rival da Ford: 11,67 segundos contra 10,85, ainda que superando o Charger, que cravava 12 segundos. Somente no SS o 250-S era de série, sendo oferecido como opcional nos Opala que não eram "de briga".

O teste constatava que a suspensão continuava macia para um esportivo, afundando demais a frente em frenagens e aumentando o espaço de parada. Com discos sólidos à frente, ainda não havia um bom resfriamento do sistema, causando fadiga. "O Opala é mais fácil de ser dominado devido a seu menor peso. Mas se ressente de uma suspensão mais rígida para evitar o excessivo balanço em curvas, o que obriga o motorista a rápidas correções para não sair da trajetória original", dizia o repórter Emílio Camanzi.

Como as alterações do SS eram basicamente estéticas, sua marca foi a variedade de formas das faixas externas, que mudavam conforme o ano e o modelo. Acompanhando a família, sofreu reestilização leve em 1973, com as setas passando às laterais dianteiras dos pára-lamas. Mudanças maiores de estilo ocorreriam a partir da linha 1975, que ganhava novo capô, luzes de seta inspiradas no Chevelle 1971 e os dois pares de lanternas redondas que davam um toque de Impala ou Camaro à traseira.



O acabamento SS seria estendido à Caravan na linha 1978, apresentada com o slogan "leve tudo na esportiva".



Na linha 1979, os retrovisores externos carenados pintados da cor da carroceria conferiam ares exclusivos à versão.



Porém, seriam suspiros finais daquele que se despediria na linha 1980, ainda a tempo de ganhar os faróis e as lanternas quadradas que caracterizariam os Opala da primeira metade daquela década.


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Esportivo em crise
Em resposta à crise do petróleo deflagrada em 1973, a Chevrolet lançava em 1974 o Opala SS4, que marcava a estréia do motor 151-S, versão mais potente do quatro-cilindros recém-melhorado em suavidade de funcionamento.


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Teste

QUATRO RODAS março de 1976
Aceleração 0 a 100 km/h - 11,67 s
Velocidade máxima - 189,48 km/h
Frenagem - 80 km/h a 0: 27,35 m
Consumo - Entre 5,63 e 8,75 km/l em teste e estrada; média de 8,06 km/l com gasolina amarela

Preço
Fevereiro de 1976 - Cr$ 75345
Atualizado - R$ 81239

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Ficha técnica
Opala SS

Motor: dianteiro, longitudinal, 6 cilindros em linha, 4093 cm3, comando de válvulas no bloco, válvulas no cabeçote (duas por cilindro), carburador de corpo simples, refrigerado a água, a gasolina
Diâmetro x curso: 98,4 x 89,8 mm
Taxa de compressão: 7:1
Potência: 140 cv brutos a 4000 rpm
Torque máximo: 36 mkgf brutos (29 líquidos) a 2400 rpm
Câmbio: manual de 4 marchas, tração traseira
Carroceria: sedã de 4 portas, 5 lugares
Dimensões: comprimento, 457 cm; largura, 176 cm; altura, 138 cm; entreeixos, 267 cm
Peso: 1172 kg
Suspensão: dianteira: independente, braços triangulares duplose molas helicoidais; traseira: eixo rígido com tensores duplos longitudinais, barra Panhard e molas helicoidais
Freios: disco sólido na dianteira e tambor na traseira
Direção: setor e rosca sem-fim
Rodas e pneus: aço estampado, aro 14, tala de 5 polegadas; 7.35 S 14

Sessão Nostalgia - Opalas Stock

Oque seria da Stock Car sem o nosso Opala?

O Opala reinou nas pistas da Stock Car de 1979 até 92 quando foi subsitituido pelo ômega, mas ainda é lembrado com carinho pelas pessoas que puderam vê-lo nos circuitos...




quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Opala renasce em novo projeto.


Nos 40 anos do aniversário deste ícone da Chevrolet, designer Cauê de Mattos o traz de volta o venerado Opala em nova versão.


Uma pena que, no Brasil, as grandes idéias quase nunca encontrem um mecenas. Os nossos consumidores preferem comprar no exterior o que precisam, em vez de investir na criação de um modelo nacional. Se fosse o contrário, é bem provável que o projeto de formatura do designer Cauê de Mattos encontrasse algum investidor saudoso do Opala, que este ano comemora 40 anos do início de sua produção.


Foi meu projeto de graduação em Desenho Industrial no Mackenzie – SP,em junho de 2008. O primeiro e ainda único projeto de carro que eu fiz”, “O projeto consistiu no resgate do clássico Opala Coupé, da década de1970, mais especificamente o modelo de 1978.


Foi um projeto de redesign do exterior do Opala Coupé, bem ao estilo dessas recentes releituras de muscle cars como Camaro Concept, Dodge Challeger Concept e Mustang GT.”Como se nota pelas linhas do modelo, a impressão é quase que o Opala nem sofreu alterações, mas Mattos afirma que se trata de um carro de projeto moderno com a mesma aparência do clássico da Chevrolet. “O projeto tem uma base sólida de teoria, não foi um mero desenho saudosista.”O saudosismo ficou por conta da escolha do carro exatamente em um ano tão pertinente a sua história.


“Aproveitei o ano oportuno para sugerir uma série especial comemorativa, a ‘ESPECIAL 40’. A idéia principal era resgatar valores de identificação que havia entre os usuários e os seus veículos (aquilo que se perdeu dos anos 1990 para cá, aquela relação de confiança que existia... com o Monza, por exemplo. Quem não teve algum familiar que não se identificou com esse modelo e permaneceu ‘fiel’ a ele até o final de sua produção?”Além da idéia, Mattos também pelejou para colocá-la em execução. “Além da teoria desenvolvida, houve a fase de criação, que se iniciou com desenhos (esboços) e continuou em uma forma meio ‘de louco’, como os professores denominaram: a criação de fato diretamente em desenho técnico! Foi coisa de louco, mesmo... O trabalho todo foi desenvolvido em apenas 3 meses.


Depois partimos para a modelagem 3D e, fechando com chave de ouro, na confecção do "mock-up", modelo em escala 1:4Seria possível recriar o Opala? Oficialmente, é pouco provável. Primeiro, por conta da tração traseira (e nenhum Opala mereceria esse nome se tivesse tração dianteira). Segundo, porque o Brasil vem perdendo espaço na fabricação de modelos de luxo. Se fosse recriado, o Opala Especial 40 de Mattos teria de ser feito de modo independente. Se ficasse bom como nos desenhos, haveria filas de espera por ele.









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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Cultura Hoodride

A cultura HoodRide criada nos Estados Unidos há pouco tempo vem ganhando mais adeptos ao redor do mundo. Aceitar o seu carro tal como ele é, sem restaurá-lo, sem pintá-lo e quem sabe deixar ele um pouco mais perto do chão são requisitos indispensáveis para quem quer ter um HoodRide.

Segundo o “Urban Dictionary”: HoodRide é um carro antigo que foi rebaixado e tem sua pintura original desbotada ou removida. No melhor dos casos, o carro ainda deve ter ferrugem. Latarias trocadas, amassados e partes faltantes melhoram o “look” porque trazem mais personalidade e originalidade. Dirigir um HoodRide é fazer uso de um carro que ninguém gostaria de ter, porque é feio ou totalmente sem manutenção (aparente) e mesmo assim adorar ele. É curtir o seu carro porque você fez ele exatamente da maneira que gostaria e não como os outros gostariam que ele fosse. Um HoodRide é em 90% dos casos um modelo Volkswagen antigo (não necessariamente Fusca).
Se você curte ter o seu velhinho do jeito que ele é, então você é HoodRide.

E parece que essa cultura chegou até os nossos opalões, vão aí fotos de alguns opala rat's