confira as fotos, e em Breve tem mais!


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Uma pena que, no Brasil, as grandes idéias quase nunca encontrem um mecenas. Os no
ssos consumidores preferem comprar no exterior o que precisam, em vez de investir na criação de um modelo nacional. Se fosse o contrário, é bem provável que o projeto de formatura do designer Cauê de Mattos encontrasse algum investidor saudoso do Opala, que este ano comemora 40 anos do início de sua produção.
Foi meu projeto de graduação em Desenho Industrial no Mackenzie – SP,em junho de 2008. O primeiro e ainda único projeto de carro que eu fiz”, “O projeto consistiu no resgate do clássico Opala Coupé, da década de1970, mais especificamente o modelo de 1978.
Foi um projeto de redesign do exterior do Opala Coupé, bem ao estilo dessas recentes releituras de muscle cars como Camaro Concept, Dodge Challeger Concept e Mustang GT.”Como se nota pelas linhas do modelo, a impressão é quase que o Opala nem sofreu alterações, mas Mattos afirma que se trata de um carro de projeto moderno com a mesma aparência do clássico da Chevrolet. “O projeto tem uma base
sólida de teoria, não foi um mero desenho saudosista.”O saudosismo ficou por conta da escolha do carro exatamente em um ano tão pertinente a sua história.
“Aproveitei o ano oportuno para sugerir uma série especial comemorativa, a ‘ESPECIAL 40’. A idéia principal era resgatar valores de identificação que havia entre os usuários e os seus veículos (aquilo que se
perdeu dos anos 1990 para cá, aquela relação de confiança que existia... com o Monza, por exemplo. Quem não teve algum familiar que não se identificou com esse modelo e permaneceu ‘fiel’ a ele até o final de sua produção?”Além da idéia, Mattos também pelejou para colocá-la em execução. “Além da teoria desenvolvida, houve a fase de criação, que se iniciou com desenhos (esboços) e continuou em uma forma meio ‘de louco’, como os professores denominaram: a criação de fato diretamente em desenho técnico! Foi coisa de louco, mesmo... O trabalho todo foi desenvolvido em apenas 3 meses.
Depois partimos para a modelagem 3D e, fechando com chave de ouro, na confecção do "mock-up", modelo em escala 1:4Seria possível recriar o Opala? Oficialmente, é pouco provável. Primeiro, por conta da tração traseira (e nenhum Opala mereceria esse nome se tivesse tração dianteira). Segundo, porque o Brasil vem perdendo espaço na fabricação de modelos de luxo. Se fosse recriado, o Opala Especial 40 de Mattos teria de ser feito de modo independente. Se ficasse bom como nos desenhos, haveria filas de espera por ele.



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A cultura HoodRide criada nos Estados Unidos há pouco tempo vem ganhando mais adeptos ao redor do mundo. Aceitar o seu carro tal como ele é, sem restaurá-lo, sem pintá-lo e quem sabe deixar ele um pouco mais perto do chão são requisitos indispensáveis para quem quer ter um HoodRide. Segundo o “Urban Dictionary”: HoodRide é um carro antigo que foi rebaixado e tem sua pintura original desbotada ou removida. No melhor dos casos, o carro ainda deve ter ferrugem. Latarias trocadas, amassados e partes faltantes melhoram o “look” porque trazem mais personalidade e originalidade. Dirigir um HoodRide é fazer uso de um carro que ninguém gostaria de ter, porque é feio ou totalmente sem manutenção (aparente) e mesmo assim adorar ele. É curtir o seu carro porque você fez ele exatamente da maneira que gostaria e não como os outros gostariam que ele fosse. Um HoodRide é em 90% dos casos um modelo Volkswagen antigo (não necessariamente Fusca).
Se você curte ter o seu velhinho do jeito que ele é, então você é HoodRide.
E parece que essa cultura chegou até os nossos opalões, vão aí fotos de alguns opala rat's
